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Sindseg N/NE e o Sindseg BA/SE/TO destacam o protagonismo feminino


Fonte: C Q C S


O protagonismo feminino foi o tema da live promovida pelo Sindseg N/NE e o Sindseg BA/SE/TO para homenagear o dia das mulheres. O encontro reuniu mulheres de destaque em suas áreas: as securitárias Conceição Miranda, convidada pelo SindsegNNE; Silvana Pedrosa, diretora do Sindseg BA/SE/TO; e a executiva de seguros Camila Barreto. Também participaram a empreendedora Juliana Martins, a psicóloga Cognitiva Comportamental Ana Vasconcelos, além da esteticista, cosmetóloga e especialista em Saúde Feminina Andressa Vidal.

Camila conduziu a conversa e lembrou da importância do feminino na sociedade atual em que muitas mulheres ainda são subjugadas “Quando olhamos com profundidade na sociedade, vamos encontrar mulheres que são mães solo, que lidam com questões individuais tão importantes quanto às questões coletivas: mulheres inseguras no ambiente de trabalho, no uber, refém dos padrões estéticos e que têm desejos e anseios tratados como tabus”, disse.

Silvana Pedrosa ressaltou que a nova geração tem uma consciência maior sobre a igualdade de gênero. “Meus filhos homens lutam para que a irmã não tenha essa desigualdade”, contou. A psicóloga Ana Vasconcelos falou sobre autoestima. “O conceito é bem diferente do que é dito por aí, autoestima é ter um carinho especial por ser quem você é, apesar dos defeitos que você acredita que tem”, sintetizou.

Segundo ela, para a mulher assumir o protagonismo, precisa ter esse “carinho” por sua própria história. “Enquanto isso não acontecer, não conseguimos nos expor”, afirmou.Ana lembrou ainda que o autoconhecimento é muito importante.

“O ser humano é o único animal que consegue refletir sobre seus atos”. Segundo a psicóloga, refletir sobre as atitudes é ferramenta importante de autoconhecimento. Conceição Miranda apresentou dados do Sebrae. “No Brasil, são 24 milhões de mulheres empreendedoras, nossas corretoras de seguros estão aí, por exemplo.

As mulheres têm essa aptidão de empreender porque algo nelas foi suscitado, no empreender ela se realiza”, disse.Juliana Martins, empreendedora do ramo da beleza contou sua história e disse que depois de muita dificuldade conseguiu fazer com que sua empresa fosse estabelecida e, em 2018, viu seu trabalho virar cinza.

“Vi minha empresa pegando fogo, foi um momento dramático. Vi todo meu esforço literalmente em cinza, mas não aceitei aquela realidade”. Ela disse que só pode retomar a jornada da sua empresa porque tinha um seguro. “Foi através dele que pude me levantar”, afirmou.

Para Juliana, ser empreendedora é ter liberdade. “Entendi que empreender é ajudar pessoas, por isso, para mim, empreender é desenvolver habilidade, ajudar pessoas. Foi em busca e me tornar essa mulher que encontrei no empreendedorismo. Meu sonho foi abrir meu próprio negócio, ter mais tempo, ter meu próprio dinheiro. Tem dificuldades no caminho. A vida não é conto de fadas”, contou.


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