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Fonte: CQCS
O superintendente da Susep, Armando Vergilio dos Santos Junior, confirmou, hoje, na abertura do "I Workshop de Microsseguro", que a comissão consultiva criada para estudar a regulamentação desse tipo de produto no Brasil indicou a necessidade de criação da figura do "corretor de microsseguros". Pela proposta, esse profissional receberá uma "capacitação mínima, porém suficiente à adequada orientação ao consumidor do microsseguro". A comissão propõe ainda que seja criado o "correspondente de microsseguros", inspirado na experiência positiva do Banco Central com os correspondentes bancários. Neste caso, o objetivo seria facilitar a regulação das relações estabelecidas entre consumidor, seguradores e canais de distribuição.
Além do corretor do microsseguro é sugerido que a oferta dos produtos seja feita por seguradoras especializadas (microsseguradoras) ou que seja aprovada regulação própria para seguradoras tradicionais que vierem a operar nesse segmento.
O texto destaca como produtos com maior potencial de venda par ao público os seguros prestamista, vida em grupo conjugado com acidentes pessoais; e assistência funeral. Segundo Armando Vergílio, em cinco ou seis menos estará aprovada a regulamentação do microsseguro e os primeiros produtos do gênero já poderão ser comercializados no País.
"Pelo estudo realizado pela comissão será possível atender a até 100 milhões de pessoas. É um produto que permite a inserção social", salientou o superintendente da Susep.
Ele disse ainda que o Banco Mundial e a IAIS, entidade que reúne os supervisores de seguros de todo o mundo, já pensam, inclusive, em aproveitar algumas das propostas da comissão brasileira para utilização em outros países, principalmente da América Latina.
O próprio Armando Vergilio preside a Comissão Consultiva de Microsseguros do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que conta com representantes do Governo e do setor privado.
O superintendente da Susep adiantou que, para agilizar a regulamentação da matéria, será apresentado um substitutivo ao projeto que já tramita no Congresso desde o ano passado. A ideia é incorporar as propostas contidas no relatório final da comissão.
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